Listas│ 6 Marcas que desapareceram do mercado brasileiro

Problemas financeiros e falência levaram grandes marcas brasileiras, como as varejistas Arapuã, Mappin e Mesbla, a desaparecerem do mercado. 

Situação semelhante ocorreu com o Bamerindus, banco que gravou na mente de boa parte dos brasileiros o slogan: “O tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus continua numa boa”.

Já em outros casos, a marca deixou de existir após ser comprada por outra empresa, como o creme dental Kolynos. 

Confira a seguir algumas histórias de marcas que desapareceram. Você se lembra de outras empresas? Deixe aqui o seu comentário. 
    
A Arapuã já foi a maior varejista de eletrodomésticos do Brasil, tendo como principais concorrentes a Casas Bahia e o Ponto Frio. Antes de quebrar, em 1998, a empresa tinha 265 lojas e mais de dois mil funcionários. A empresa diz, por meio de nota divulgada no fim do ano de 2011, que os credores aprovaram o plano de recuperação judicial. 

A Kolynos foi uma das marcas de creme dental e escova de dentes mais famosas do Brasil. Chegou ao País em 1917, importado dos Estados Unidos, e mais tarde foi instalada fábrica no Brasil. A marca desapareceu em 1997, após ser vendida para a Colgate-Palmolive, e foi substituída pela pasta Sorriso.
O Mappin, oficialmente chamado de Casa Anglo-Brasileira, foi uma tradicional loja de departamentos do Brasil e comercializava itens como roupas, brinquedos e móveis. Foi à falência em 1999, então sob a direção de Ricardo Mansur, mas voltou agora em 2019 apenas com vendas online.
A Mesbla foi outra grande loja de departamento no Brasil, que teve sua falência decretada em 1999. Ricardo Mansur, que detinha o controle acionário da empresa na época, chegou a anunciar a volta da marca em 2009 com uma loja virtual voltada para o público feminino de classe A e B. Mas o projeto foi interrompido até que se resolvam questões societárias. 
O Bamerindus (Banco Mercantil e Industrial do Paraná) entrou em dificuldades na segunda metade dos anos 1990 e sofreu intervenção do Banco Central em 1997. Os ativos saudáveis do banco foram vendidos ao HSBC pelo valor simbólico de R$ 1. Outros bancos grandes bancos que quebraram nessa época foram o Nacional e o Econômico. 
A Gurgel Motores chegou a produzir mais de 40 mil veículos durante seus 27 anos de existência. A empresa criada por João Augusto do Amaral Gurgel foi a primeira desenvolver um motor próprio e fabricar carros 100% nacionais. 

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